CARTA DO MONTE VENTOSO (PETRARCA)

Francesco Petrarca

Carta do Monte Ventoso Familiarium rerum libri1 IV, 12

A Dionísio do Burgo Santo Sepulcro, da Ordem de Santo Agostinho, professor de Sagrada Escritura, sobre assuntos pessoais.

***

Hoje, movido apenas pelo desejo de ver um lugar famoso pela sua altitude, subi ao monte mais alto desta região que não sem razão chamam “Ventoso”.

Há muitos anos que tinha em mente percorrer este caminho.

De facto, como bem sabes, desde pequeno, por decisão daquele destino que agita a vida dos homens, vivi nestes lugares. E este monte, que se vê de todo o lugar, está quase sempre diante do olhar.

Fui tomado pelo desejo de realizar alguma vez aquilo que todos os dias imaginava fazer, principalmente ontem, quando, ao reler a História de Roma, de Lívio, encontrei por acaso aquela passagem3 na qual Filipe, rei da Macedónia – aquele que travou guerra contra os romanos – subiu ao Emo, monte da Tessália, de cujo cume ele, confiando na fama, acreditava poder ver os dois mares, o Adriático e o Ponto Euxino. Não tenho nenhuma forma de comprovar se isso é verdadeiro ou falso, pois aquele monte dista muito da nossa cidade e a falta de consenso entre os escritores torna dúbia a questão. Para referir apenas alguns, o cosmógrafo Pomponio Mela4 não hesita em afirmar que assim é, enquanto Tito Lívio considera falsa tal fama. Pela minha parte, se a subida daquela monte fosse tão fácil como a do Ventoso, não deixaria por mais tempo em dúvida este assunto.

Para deixar aquele monte e regressar a este, pareceu-me escusável, num jovem de condição humilde, aquilo que não foi objecto de censura num rei de idade avançada. Porém, ao pensar num companheiro para esta viagem, entre tantos amigos – coisa digna de admiração – nenhum me parecia idóneo, a tal ponto é coisa rara, mesmo entre pessoas que nos são caras, aquela exactíssima sintonia de vontades e costumes. Um era demasiado apático, outro demasiado solícito. Um, muito lento, outro, demasiado célere. Um, demasiado melancólico, outro, excessivamente alegre. Um, demasiado descontraído, outro, mais prudente do que eu desejaria. Neste, aborrecia-me o silêncio, naquele a demasiada loquacidade. Num fazia-me temer o peso demasiado e a obesidade, noutro o facto de ser demasiado magro e débil. Em um desiludia-me a fria indiferença, em outro o excesso de iniciativa. Todos estes defeitos, ainda que sejam graves, toleram-se em casa – pois a caridade tudo suporta, a amizade não rejeita nenhuma carga. Mas em viagem todos eles se tornam mais gravosos.

Assim, o meu espírito apurado e o desejo de um honesto deleite, olhando em volta, considerava cada um em particular, sem de modo algum lesar a amizade e, em silêncio, rejeitava tudo quanto previa que viesse a ser um incómodo na viagem almejada. Que pensas? Por fim, voltei-me para o apoio da família e confiei o assunto ao meu único irmão, mais novo do que eu, que tu bem conheces. Ele não podia ter ouvido nada que lhe desse maior alegria, feliz por, além de meu irmão, eu o contar entre os meus amigos.

Partindo de casa no dia estabelecido, chegámos ao fim do dia a Malaucena, povoação que fica na falda do monte, virada a norte. Ficámos ali durante um dia e hoje, finalmente, cada um com um servo, subimos, não sem muita dificuldade. O monte é de facto escarpado e o terreno quase inacessível, pela massa rochosa. Mas o poeta disse bem: “o trabalho esforçado vence todos os obstáculos”.5

O dia longo, o ar ameno, a fortaleza de ânimo, o vigor e a habilidade do corpo e outras circunstancias favoreciam os viandantes. Só tínhamos contra nós a natureza do lugar.

Na curva de um monte encontrámos um pastor de idade avançada que, com muitas palavras, procurou dissuadir-nos da subida, dizendo que há cinquenta anos, levado pelo mesmo ímpeto juvenil que nos anima, tinha tentado subir ao cume do monte mas só tinha trazido consigo desilusão e fadiga, e o corpo e a roupa dilacerados pelas rochas e silvados; e que ele nunca tinha ouvido dizer que alguém, antes ou depois dele, tivesse ousado coisa semelhante. Enquanto ele vociferava, crescia em nós – como acontece com os jovens, que não acreditam nos conselhos que lhes dão – o desejo do fruto proibido. Então o velho, quando viu que ninguém o levava em consideração, avançando um pouco por entre as rochas, indicou¬-nos com o dedo um caminho estreito, dando-nos muitos conselhos e repetindo-os aos brados atrás de nós, mesmo quando já lhe tínhamos voltado as costas. Tendo deixado junto dele alguma roupa e outras coisas que poderiam ser um empecilho, dedicámo-nos unicamente à subida e lançámo-nos a ela com alegria. Mas, como acontece com frequência, a um esforço ingente segue depressa a fadiga. Eis-nos, portanto, parados numa rocha ali perto. Depois retomámos caminho, mas mais devagar. Eu, em particular, já escalava o caminho do monte com mais moderação, enquanto o meu irmão, encurtando caminho pelo cimo do monte, se dirigia sempre mais para cima. Eu, mais fraco, tendia para baixo e, quando ele me chamava e me mostrava o caminho mais acertado, eu respondia que esperava encontrar um acesso mais fácil do outro lado do monte e que não me importava de ir por um caminho mais longo, desde que fosse mais plano. Isto era apenas uma desculpa para a minha ignávia e, enquanto os demais já se aproximavam das alturas, eu errava pelos vales, sem deparar de nenhum lado com um caminho mais suave. Assim, o caminho tornava-se mais longo e aumentava a fadiga inútil. Finalmente, já farto e arrependido do erro de deambular, decidi orientar-me directamente para o alto. E quando, estafado e com fome, alcancei o meu irmão, o qual, restabelecido por um longo repouso, me esperava, caminhámos por algum tempo a par e passo. Apenas tínhamos deixado aquela colina e já eu começava a dirigir-me para baixo, esquecido do primeiro erro. Novamente, atravessando os vales à procura de um caminho mais fácil, me encontro em graves dificuldades. Procurava sempre adiar os incómodos da subida, mas a natureza não cede à vontade humana, nem pode acontecer que uma realidade corpórea alcance, descendo, uma outra, mais elevada. Que mais direi? Entre o riso do meu irmão e a minha indignação, em poucas horas isto sucedeu-me umas três vezes ou até mais. Assim, profundamente desiludido, sentei-me num vale.

Ali, passando, com as asas do pensamento, das realidades corpóreas às incorpóreas, instigava-me a mim mesmo com estas palavras ou outras parecidas: “Deves saber que aquilo que experimentaste tantas vezes hoje, ao subir a este monte, te acontece a ti e a muitos que querem ascender à vida feliz. Mas, se os homens não se apercebem disso com facilidade, é porque os movimentos do corpo são manifestos, enquanto os do espírito são invisíveis e ocultos. A vida a que chamamos feliz está situada num lugar excelso e é estreito, como dizem, o caminho que a ela conduz. No meio surgem muitas colinas e é necessário caminhar por degraus, de virtude em virtude, com nobreza. No cume está o fim último e o termo do caminho a que conduz este nosso peregrinar. É ali que todos querem chegar mas, como diz Ovídio, “não basta querer. E necessário desejar ardentemente, para atingir o objectivo”.6 Tu certamente – se não te enganas neste assunto como em tantos outros – não só queres mas também desejas ardentemente. Portanto, que te detém? Evidentemente que nenhuma outra coisa a não ser aquele caminho através dos prazeres ínfimos e terrenos que, à primeira vista, parece mais curto e mais fácil de percorrer. Mas; depois de muito errares nele, serás obrigado a subir ao cume da vida feliz sob o peso de um cansaço mal diferido, ou a cair, falto de energia, no vale dos teus pecados. E se aí te encontrarem “as trevas e a sombra da morte”7, coisa que me apavora augurar, viverás uma noite eterna em perpétuos tormentos. Não é possível dizer-te quanto este pensamento me encorajava o corpo e a alma para percorrer o caminho que faltava. E oxalá eu possa percorrer com a alma aquele caminho pelo qual suspiro dia e noite, tal como hoje, superadas enfim tantas dificuldades, percorri este com os pés do corpo! E não sei se será mais fácil o caminho que, num golpe de olhar trepidante, pode ser feito pela própria alma, ágil e imortal, sem nenhum movimento local, ou aquele que deve realizar-se na sucessão temporal, sob o peso gravoso dos membros, por meio de um corpo caduco e destinado a morrer.

Há um monte mais alto do que os outros que os homens do campo chamam “Filhinho” , ignoro por que razão. A não ser que o façam por antífrase, como penso que fazem com outras coisas. De facto, mais parece o pai dos outros montes vizinhos. No alto, há uma pequena planície onde, exaustos, finalmente repousámos. E já que escutaste, meu pai, os pensamentos que me vieram à mente quando subia, escuta agora os demais. Peço-te que concedas uma das tuas horas à leitura do que levei a cabo em um dos meus dias.

Primeiro, fiquei estupefacto com aquele ar insólitamente leve e com o vasto espectáculo que tinha diante. Olho em frente: as nuvens estavam a meus pés. E até me parecem menos incríveis o Atos e o Olimpo, enquanto observo, de um monte de menor fama, o que tinha lido e escutado acerca daqueles. Volto depois o olhar para o lado de Itália, para onde mais se inclina o meu espírito. E vejo que, embora distantes, estão sob o meu alcance os Alpes, gélidos e nervosos, por onde passou uma vez aquele feroz inimigo de Roma, quebrando as rochas com vinagre, se dermos crédito ao que dizem. Confesso que lancei um suspiro ante aquele céu de Itália, que estava mais diante do meu espírito do que do olhar, e fui invadido por um desejo inestimável de voltar a ver o amigo e a pátria, mas não ao ponto de não me acusar deste duplo desejo bem pouco viril, embora não me faltasse escusa para um e outro, amparada pela autoridade de célebres testemunhas.

Depois, um outro pensamento ocupou o meu espírito e transportou-me dos lugares para os tempos. Assim, dizia para mim mesmo: “Faz hoje dez anos que, abandonando os estudos de juventude, partiste de Bolonha. E – ó Deus imortal, ó imutável Sapiência! – quantas e quão grandes transformações te sobrevieram entretanto! São infindas, passo adiante. De resto, ainda não cheguei ao porto, para recordar com segurança as tempestades passadas. Talvez chegue o dia em que as narre todas, na mesma ordem em que sucederam, permitindo-me dizer com o teu Agostinho: “Quero recordar as minhas deformidades passadas, a corrupção carnal da minha alma, não porque as ame, mas para te amar, meu Deus”. 8 Quanto a mim, ainda me resta muito de ambíguo e importuno. Já não amo aquilo que antes costumava amar. Minto: amo, mas menos. Mais uma vez fui mentiroso: amo, mas com mais modéstia e tristeza. Eis que finalmente disse a verdade. É assim. Amo, mas amo aquilo que não queria amar, aquilo que desejaria odiar. É verdade que amo, mas contra vontade, coagido, triste e entre lágrimas. E experimento em mim, infeliz, o que diz aquele verso do famosíssimo poeta: “Odiarei, se for capaz. Caso contrário, amarei contra vontade”.9 Ainda não passaram três anos desde que aquela vontade perversa e dissoluta, que possuía tudo e reinava sem rival no interior do meu coração, começou a ter contra ela uma outra, rebelde e relutante. Entre ambas, até hoje dura, no campo de batalha dos meus pensamentos, árdua e incerta, a luta pelo domínio de um homem sobre o outro”. Assim meditava eu sobre os dez últimos anos. E a partir dessa consideração, voltava a minha atenção para o futuro e perguntava a mim mesmo: “Se te tocasse em sorte prolongar por outros dois lustros esta vida fugaz e se te aproximasses tanto da virtude proporcionalmente a quanto nestes dois últimos anos, com pertinácia, pelo combate entre a nova vontade e a antiga, te afastaste da tua primitiva obstinação, não poderás, então, enfrentar a morte embora sem certeza, mas com boa esperança, à idade de quarenta anos, desprezando com serenidade o resto da tua vida que caminha para a velhice?”Estes e outros pensamentos semelhantes afluíam ao meu peito, ó meu pai. Alegrava-me pelo meu progresso, chorava a minha imperfeição e condoía-me pela instabilidade comum a todas as acções humanas.

E parecia-me ter esquecido de algum modo o lugar onde me encontrava e o motivo pelo qual ali tinha ido, até que, abandonando estas tarefas que seriam mais oportunas para outro lugar, me voltei para trás, para ocidente, para olhar em volta e ver aquilo que tinha vindo ver. De facto, dei conta, como se tivesse despertado, de que já era tempo de partir, pois o sol já ia em declínio e crescia a sombra do monte. Daqui não se podem ver os Pirinéus que fazem fronteira entre a França e a Espanha, não por se interpor algum obstáculo, que eu saiba, mas apenas pela debilidade da nossa visão corpórea. Inversamente, vêem-se com toda a clareza, à direita, os montes da província de Lião e, à esquerda, o mar que banha Marselha e Aguas Mortas, à distância de alguns dias de caminho. O próprio Ródano estava debaixo do nosso olhar. E enquanto contemplava cada uma destas coisas – e ora saboreava as terrenas, ora, como tinha feito com o corpo, elevava o espírito mais para o alto -, ocorreu-me consultar as Confissões de Agostinho, dom da tua caridade, livro que guardo comigo e tenho sempre à mão, em memória quer do autor quer de quem mo deu. Um pequeno opúsculo, num volume exíguo, mas repleto de doçura. Abro, para ler o que apareça. E que há-de aparecer senão algo de piedoso e devoto? Ofereceu-se–me ao acaso o livro décimo daquela obra. O meu irmão, esperando ouvir da minha boca as palavras de Agostinho, aguçou o ouvido. Deus é minha testemunha, e aqueles que estavam comigo, que onde primeiro fixei o olhar estava escrito: “Deslocam-se os homens para admirar os altos montes e as estrondosas ondas do mar e os longos leitos dos rios e a extensão dos oceanos e o curso dos astros, mas não prestam atenção a si mesmos”.10 Confesso que fiquei estupefacto. E pedindo ao meu irmão, ávido de escutar, que não me importunasse, fechei o livro, irritado comigo mesmo por ter estado a admirar coisas da terra, quando já há muito devia ter aprendido, até com os filósofos pagãos, que não há nada mais admirável do que a alma, à qual nada excele em grandeza.

Então, já satisfeito com o que tinha visto daquele monte, voltei para mim próprio o olhar interior e desde aquele momento até que chegámos lá abaixo, ninguém mais me ouviu falar. Aquela frase, no silêncio, já me dava bastante que fazer. Não podia dizer que ela não tinha surgido ao acaso, mas o que eu li parecia-me estar escrito para mim e não para outro. Recordava o que o próprio Agostinho outrora dizia de si mesmo, quando, como ele refere, ao abrir o livro do Apóstolo as primeiras palavras com que se deparou foram: “Nem em comezainas e bebedeiras, nem em libertinagem e dissoluções, nem em rivalidades e invejas; mas revesti-vos de Nosso Senhor Jesus Cristo e não procureis a satisfação da carne na concupiscência”.” O mesmo já acontecera antes com Antão, quando, escutando o Evangelho onde estava escrito: “Se queres ser perfeito, vai e vende tudo o que tens e dá aos pobres, vem e segue-me, e terás um tesouro nos céus”12, lhe pareceu que estas palavras tinham sido escritas para ele e, como narra Atanásio13, seu biógrafo, arrebatou para si o reino do Senhor. E tal como Antão, tendo ouvido isto, já não procurou outra coisa, e como Agostinho, lendo aquelas palavras, não avançou para outras, também a minha leitura se ficou por aquelas poucas palavras, meditando em silêncio quão grande é a miséria dos homens que, negligenciando a sua parte mais nobre, se dispersam em muitas coisas e se entregam a espectáculos vãos, procurando fora aquilo que podem encontrar dentro de si. E admirava como seria grande a nobreza do nosso espírito se não se tivesse afastado da sua origem prevaricando por sua espontânea vontade, convertendo em opróbrio os dons que Deus lhe tinha outorgado para seu decoro. Podes imaginar quantas vezes, ao longo daquele dia, no regresso, virando-me para trás, olhei para o cume do monte! E no entanto parecia-me não ter mais do que a altura de um côvado, em comparação com a grandeza da contemplação humana, quando não submerge na lama da depravação terrena. Um outro pensamento me vinha em mente a cada passo: se não me detive ante tanto suor e fadiga para que o meu corpo ficasse um pouco mais perto do céu, que cruz, que cárcere, que tormento poderá atemorizar o espírito que se aproxima de Deus, calcando aos pés o cume inflado da soberba e os destinos mortais? E mais ainda: quantos não se afastam deste caminho por temor das dificuldades ou pelo desejo de comodidade? O homem verdadeiramente feliz! Se existir ao menos um, creio que era a ele que o poeta se referia: “Feliz aquele que pôde conhecer a causa das coisas, e calcou aos pés todos os temores, o destino inexorável e o estrépito do ávido Aqueronte!”14

O quanto nos devemos esforçar não para termos aos pés um cume mais elevado, mas para calcarmos as paixões geradas pelos instintos terrenos!

Com esta torrente de pensamentos, sem reparar no terreno escarpado, cheguei, noite entrada, à pequena hospedaria campestre de onde partira antes do nascer do sol. A lua cheia prestava grato serviço aos caminhantes. Entretanto, enquanto os servos se empenhavam em preparar o jantar, eu afastei-me sozinho para um canto da casa, para te escrever esta carta, no momento e de improviso, não fosse dar-se o caso de, deixando-a para mais tarde, ao deslocar–me para outro lugar, mudasse também a disposição de espírito e diminuísse o desejo de te escrever.

Vê então, meu caríssimo pai, como não quero que nada do que me acontece te seja oculto, ao ponto de não somente te manifestar toda a minha vida, mas até escrupulosamente cada um dos meus pensamentos. Peço-te que ores a Deus para que, de inconstantes e incertos como são agora, possam algum dia ter consistência e, depois de terem inutilmente divagado por muitas coisas, se convertam ao único bem, verdadeiro, certo e imutável.

Adeus.

Malaucena, 26 de Abril.

 

 


Tradução de Paula Oliveira e Silva (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa)

 


Notas:

1 F. Petrarca, Familiares. Rerum familiarium libri. Ed crítica de V. Rossi, Florença 1923¬ -1924, vols. I-IV, sendo o vol. IV a cargo de U. Bosco.

2 Tradução a partir do texto latino reprod. Em V. Rossi: Francesco Petrarca. Le Familiari, Vol. I, Firence 1933, p. 153-161.

3 Tito Lívio, Ab urbe condita, XL, 21, 2.

4 Pompónio Mela, Chorographia, II, 17.

5 Virgílio, Georg., I , 145-146.

6 Ovídio, Ex Ponto, III, I, 35. 1 Salmo CVI, 10, 14.

7 Salmo CVI, 10, 14.

8 Agostinho, Conf., II, I, 1.

9 Ovídio, Amores, III, II, 35.

10 Conf.,X, VIII, 15.

11 Conf., VIII, XII, 29. O passo bíblico é da Carta de Paulo aos Romanos (XIII, 13).

12 Mateus, XIX, 21.

13 Atanásio, Vita beati Antonii abbatis. Patrología latina, LXXIII, 127.

14 Virgílio, Georg., II, 490-492.

 

 


fonte: http://www.ocampones.com/?p=12560 acesso em 11/03/2016


 

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